Gráfico em forma de funil de vendas com etapas coloridas e setas mostrando crescimento de receita

Eu já vi muitas vezes empresas de diferentes portes e segmentos se perderem quando o assunto é construir previsibilidade comercial. No início da minha jornada trabalhando com marketing e vendas, o termo “funil de vendas” soava como mais um jargão técnico. Foi só quando precisei ajudar pequenos negócios a sobreviver, de verdade, mês após mês, que a ideia de funil se transformou em algo concreto, estratégico e decisivo.

Se você busca transformar a maneira como sua empresa atrai clientes, converte oportunidades e garante resultados que realmente “aparecem no caixa”, tenho certeza de que conhecer a fundo esse conceito é um caminho sem volta. É exatamente isso que eu quero compartilhar com você neste artigo, com exemplos, aplicações práticas, tendências e abordagens que venho vivenciando ao longo dos anos, inclusive pela experiência da Hermes Marketing, uma empresa que atua para padronizar e escalar processos de vendas para PMEs com consistência e inteligência.

O que é um funil de vendas e por que ele não é só teoria

Muitas pessoas falam sobre o “funil” como se fosse um simples desenho: uma pirâmide invertida, pleno de etapas bonitas. Mas, na prática, o papel do funil vai muito além do visual. É uma forma de organizar a jornada do cliente, mapeando desde o primeiro contato até o fechamento da venda, permitindo que você enxergue, controle e, principalmente, preveja o fluxo de oportunidades no seu negócio.

Transformar intenção em receita requer método e clareza de processo.

Eu gosto de pensar no funil como o motor da previsibilidade. Com ele, consigo ver quantos interessados estão entrando, quantos estão avançando, onde acontecem os gargalos e quais ações geram resultado de verdade. No contexto de pequenas e médias empresas, torna-se ainda mais urgente estruturar esse caminho entre marketing e vendas, não só para entender o comportamento dos leads, mas para alinhar expectativas, métricas e metas.

O funil é, ao mesmo tempo, um mapa e um painel de controle. Seja para uma estratégia baseada em conteúdo, como vejo diariamente na Hermes Marketing, ou para quem aposta pesado em mídia paga, ele é o elo entre os times de marketing e vendas e o instrumento fundamental para acompanhar cada movimento do seu potencial cliente.

Principais etapas do funil de vendas: topo, meio e fundo

Ao longo dos anos, notei que a clareza sobre cada etapa do funil evita desperdício de esforço, tempo e dinheiro. Por isso, gosto de detalhar cada fase e relacioná-la diretamente à jornada de compra:

Topo: consciência e atração

O topo do funil é onde tudo começa. O objetivo, aqui, é gerar atenção, despertar interesse e fazer com que pessoas que nunca ouviram falar do seu negócio vejam valor no que você oferece. Isso pode acontecer por meio de conteúdos educativos, campanhas de mídia, redes sociais ou pelo boca a boca.

No topo, o desafio é transformar desconhecidos em leads identificados. Isso acontece quando alguém demonstra um primeiro interesse, como baixar um material, se inscrever em um evento, seguir sua empresa nas redes sociais ou pedir contato.

Equipe de marketing discutindo conteúdo educativo para atração de leads

O maior erro, aqui, é tentar vender direto. Eu já vi empresas queimarem orçamentos preciosos insistindo em abordagens diretas para pessoas que mal entenderam seu diferencial. Produzir artigos úteis, como explicamos em nosso conteúdo sobre estratégias de conteúdo —, criar vídeos e distribuir informações que eduquem e ampliem a percepção sobre o problema são estratégias que fazem diferença nesse estágio.

Meio: consideração e nutrição

Agora o lead já sabe que tem uma necessidade e acredita que você pode ter a solução. O trabalho aqui é nutrir o interesse, aprofundar o relacionamento e demonstrar valor com informações relevantes e personalizadas.

É nesta fase do funil que ferramentas de automação e CRMs ganham destaque na minha rotina. Envio de e-mails segmentados, abordagens personalizadas, webinars e provas sociais (como estudos de caso e depoimentos) são recursos frequentes do meio do funil. A Hermes Marketing, por exemplo, cria jornadas de nutrição padronizadas para que cada lead avance no seu tempo, em vez de “forçar” uma venda precoce.

Fluxo de automação guiando cliente durante a jornada de compra

Fundo: decisão e fechamento

Aqui, o lead chega pronto para comparar, negociar e decidir. O fundo do funil exige argumentos sólidos: provas de valor, ofertas diferenciais e respostas rápidas a dúvidas. Muitas decisões são travadas por falta de clareza sobre preço ou benefícios. Por isso, no fundo do funil, quanto mais transparente e alinhada for a comunicação, melhor será o índice de conversão.

Nesta etapa, reforço sempre a integração entre marketing e vendas, como já é prática dentro da Hermes Marketing por meio de integração de sistemas, uso do CRM e processos definidos para não perder oportunidades quentes.

Integração entre marketing e vendas: onde muitos erram e como acertar

Se eu pudesse dar um conselho baseado no que já vivi, diria o seguinte: não existe previsibilidade de receita sem que marketing e vendas caminhem juntos. Dividir times, sistemas e métricas é receita para gargalos, retrabalho e conflito.

Quando marketing e vendas se encontram, a receita aparece.

Na prática, o fluxo saudável é esse: marketing gera, educa e qualifica leads, e só repassa para vendas aqueles com real potencial. Já a equipe comercial recebe dados detalhados, histórico de interações, interesses registrados e pontuação de engajamento. Essa transferência só é eficiente com o uso inteligente de tecnologias como CRMs, plataformas de automação e relatórios compartilhados.

Minha rotina dentro de projetos do Grupo Vexa, incluindo a Hermes Marketing, sempre priorizou esse fluxo. Reuniões conjuntas, definição clara de SLAs (acordos de nível de serviço), acompanhamento semanal e feedback contínuo sobre a qualidade dos leads gerados são algumas práticas que recomendo para integrar verdadeiramente marketing e vendas.

O papel do CRM, automação e análise de dados

O CRM é o coração desse processo. Ele permite registrar cada interação, organizar históricos, pontuar leads e direcionar oportunidades conforme o estágio de compra. Já a automação tira do time as tarefas repetitivas, envio de e-mail, follow-ups, pontuação, para que a equipe foque no relacionamento e na negociação.

A análise de dados é o que diferencia processos amadores dos que trazem previsibilidade. Eu costumo analisar dados de taxa de conversão entre as etapas, tempo médio de ciclo comercial, custo por oportunidade, além de métricas de engajamento nas ações de nutrição. Sem isso, avançar é apostar no escuro.

Dashboard de vendas e CRM exibindo métricas de ciclo comercial

Quando estas ferramentas trabalham juntas, o funil se transforma em algo vivo, que aprende com os dados e ajusta as rotas para gerar resultados reais. Na categoria de estratégia da Hermes Marketing, costumo abordar exemplos detalhados dessa integração, recomendo como leitura complementar.

Qualificação de leads: não é sobre quantidade, mas qualidade

Muitas empresas ainda comemoram uma montanha de leads sem olhar para o que realmente importa: a qualidade da oportunidade e a chance real de venda. A verdade é que lead desqualificado só consome tempo e energia. No início da minha jornada, já caí nessa armadilha de querer “encher o funil”. Aprendi pela dor que é muito mais interessante ter menos leads com maior potencial de compra.

Um bom lead é aquele que avança com interesse e fit real ao seu negócio.

Existem diferentes formas de qualificar oportunidades, mas normalmente sigo uma combinação de critérios:

  • Fit com o perfil de cliente ideal (tamanho da empresa, segmento, orçamento, decisão de compra, etc.)
  • Engajamento demonstrado ao longo do funil: interações em conteúdos, downloads, respostas
  • Identificação da dor e urgência pela solução
  • Poder de decisão do contato

Para acelerar esse filtro, ferramentas de lead scoring e automação entram como grandes aliadas, pontuando comportamentos e priorizando os contatos mais quentes para abordagem comercial. No contexto da Hermes Marketing, essa padronização do processo garante que vendas não percam tempo com prospects desinteressados.

Quando passar o lead do marketing para vendas?

Esse é um dilema frequente. O segredo está na definição clara de MQL (Marketing Qualified Lead) e SQL (Sales Qualified Lead). O MQL é aquele contato que, após passar por critérios mínimos (fit, interesse, engajamento), está pronto para ser abordado pela equipe de vendas. O SQL é o lead já avaliado e qualificado pelo comercial, pronto para negociação.

Evitar antecipar a passagem faz com que a equipe de vendas foque energia nos leads com maiores chances reais de conversão. Gosto de combinar critérios comportamentais (abertura de e-mails, visita a páginas estratégicas, respostas) com dados firmográficos (segmento, cargo, faturamento). Isso evita frustrações para ambos os lados.

A importância das métricas para acompanhar resultados em cada etapa

Se tem algo que faz diferença na prática, é medir tudo. Não falo de medir por medir, mas de usar os números para orientar decisões, cortar o que não funciona e escalar o que traz resultado. O funil bem monitorado é aquele que responde perguntas como:

  • Quantos leads entraram no mês?
  • Qual o percentual que virou oportunidade real?
  • Qual a taxa de conversão em cada etapa?
  • Quanto tempo, em média, dura o ciclo de vendas?
  • Qual o custo por lead, MQL, SQL e por venda fechada?

Essas respostas servem não só para correção de rota, mas principalmente para criar previsibilidade, saber quantos leads preciso gerar hoje para faturar amanhã.

Gráfico de funil ilustrando taxa de conversão e ciclo de vendas

Métricas que mais uso em projetos de PMEs

Costumo trabalhar muito próximo dessas métricas, adaptando para cada realidade:

  • Volume de leads no topo, meio e fundo
  • Taxa de conversão por etapa
  • Custo por lead e por venda
  • Tempo médio de compra
  • Retorno sobre investimento em mídia (ROI)
  • Ticket médio
  • Taxas de abertura e clique em campanhas
  • Engajamento em conteúdos e provas sociais

Monitorar essas métricas me permite ajustar o discurso, entender gargalos e projetar crescimento de forma realista. Na Hermes Marketing, cruzo essas informações com a performance de mídia paga para calibrar investimentos e ampliar as ações que trazem real retorno ao caixa.

Alinhamento de times: cultura de feedback e melhoria contínua

Uma das experiências marcantes que já vivi foi ver times de marketing e vendas trabalhando de costas um para o outro: um querendo quantidade, outro foco só em fechar negócio. O resultado é sempre o mesmo, metas batidas apenas por acidente, baixo aproveitamento e clima ruim.

A previsibilidade exige que todos caminhem na mesma direção.

Por isso, defendo que reuniões periódicas, cultura de feedback franco e fóruns para discutir casos de sucesso e de insucesso sejam rotina. Sigo práticas como:

  • Reunião semanal para analisar o funil, revisar oportunidades e ajustar abordagens
  • Compartilhamento de pipeline aberto (marketing enxerga até o fechamento da venda)
  • Mapeamento das principais objeções encontradas em cada etapa
  • Padronização do discurso, ajudando marketing a produzir conteúdo mais assertivo
  • Registrando e compartilhando aprendizados em uma base interna

Dessa forma, consigo promover melhorias rápidas, eliminar ruídos e garantir que todos saibam o impacto direto das suas ações na geração de receita.

Governança e rituais: como a Hermes Marketing entrega previsibilidade

Dentro da operação da Hermes Marketing, aplico esse modelo na prática por meio de governança clara: definição de escopos padronizados por tiers (Start, Growth, Scale), SLAs específicos, relatórios frequentes e integração do CRM com a rotina do comercial. Com esse modelo, já vi empresas acelerarem a tomada de decisão porque tudo fica visível e mensurável, fugindo daquela sensação de que “vendas são sempre imprevisíveis”.

Dicas para construir, gerir e acelerar o funil de vendas

Com base na minha experiência trabalhando lado a lado com pequenas e médias empresas, montei uma lista prática para ajudar você a estruturar seu próprio funil, evitando ciladas comuns:

  1. Defina quem você quer atender (ICP): trace o perfil de cliente ideal para evitar leads fora do seu radar. Quanto mais claro, menos tempo perdido.
  2. Entenda sua jornada de compra: identifique os principais momentos do cliente, dúvidas e pontos de decisão. Isso auxilia na produção dos conteúdos certos para cada momento.
  3. Mapeie as etapas do seu funil: desenhe de onde vem os contatos, como eles são nutridos e em que momento passam para vendas.
  4. Padronize critérios de passagem entre as áreas: isso elimina dúvidas sobre se o lead está ou não pronto para ser abordado.
  5. Automatize sempre que possível: use automação para e-mails, pontuação, nutrição e atualizações no CRM.
  6. Teste conteúdos e abordagens: diferentes públicos respondem de formas distintas. Teste formatos de conteúdo, horários, títulos e oferte para descobrir o que converte mais.
  7. Acompanhe métricas em tempo real: evite decisões baseadas só em achismo, use os dados que o funil proporciona.
  8. Realize reuniões frequentes entre marketing e vendas: o alinhamento constante antecipa problemas e potencializa vitórias.
  9. Documente processos e aprendizados: facilite a escalabilidade e a entrada de novos membros no time.
Reunião entre equipes de marketing e vendas em ambiente colaborativo

Essas dicas se conectam bem com outros conteúdos que publiquei recentemente, como o exemplo de ajuste rápido em campanhas de mídia e a aplicação prática do funil em vendas consultivas. Recomendo a leitura desses casos reais para ajudar a visualização desses conceitos no seu dia a dia.

A importância do conteúdo com função comercial em cada fase

Um dos maiores saltos que percebi nos últimos anos foi o entendimento de que conteúdo não serve só para gerar tráfego ou “educar o mercado”. Quando feito da forma certa, ele vira argumento comercial e diferencial competitivo.

Na Hermes Marketing, costumo dividir conteúdos em três grandes blocos:

  • Autoridade: materiais que posicionam sua empresa como referência no segmento, eliminando objeções técnicas e reforçando reputação;
  • Prova: depoimentos, cases, reviews e conquistas, mostrando resultados práticos;
  • Oferta: informações claras sobre como contratar, quais as vantagens e como testar seu serviço/produto.

Cada peça serve para mover o lead de uma etapa para a seguinte, reduzindo barreiras, antecipando dúvidas e direcionando a decisão. Em projetos recentes, vi como um simples estudo de caso destravou negociações estagnadas, pois o cliente se enxergou na solução apresentada.

Conteúdo bom não só ensina. Ele vende, com palavra, prova e oferta.

Ao alinhar conteúdo com o estágio do funil, você constrói um processo que, além de previsível, escala sem depender unicamente de esforço humano.

Distribuição inteligente: mídia paga para acelerar o funil

Confesso que por muito tempo fui cético em relação à mídia paga. Achava que o “orgânico” bastava e que qualquer investimento em anúncios era desnecessário. Isso mudou quando comecei a mensurar o volume de leads e o ciclo de receita, percebendo o quanto a mídia acelera etapas e proporciona eficiência na aquisição.

No modelo da Hermes Marketing, unimos produção de conteúdo comercial com distribuição segmentada no Meta e Google, seguindo uma lógica de teste e ajuste permanente. A estratégia é bem simples: identificar públicos, criar mensagens específicas para cada estágio do funil e medir todos os passos.

Planejamento de campanha de mídia paga com funil em quadro branco

Investir em mídia não é jogar dinheiro fora, é acelerar o aprendizado sobre o que gera e o que não gera vendas. A cada semana, ajustamos campanhas, testamos variações de anúncio, landing pages e ofertas. Só permanece ativo aquilo que comprova retorno, como já destaquei no artigo sobre mensuração no nosso blog de mensuração e rastreio (link para mensuração).

Personalização em escala: o papel da inteligência artificial no funil

Nos últimos tempos, a tecnologia ganhou espaço definitivo nos processos comerciais. Tenho acompanhado de perto como soluções baseadas em inteligência artificial (IA) tornam tudo mais rápido, personalizado e mensurável.

Hoje, uso IA para:

  • Analisar dados históricos e prever padrões de comportamento;
  • Recomendar conteúdos e abordagens específicas a diferentes segmentos de leads;
  • Automatizar respostas a dúvidas e interações iniciais (chatbots);
  • Pontuar leads em tempo real, baseando-se em múltiplos sinais de interesse;
  • Identificar oportunidades de upsell e cross-sell conforme o perfil do cliente.

A inteligência artificial aumenta a eficiência dos times, reduz o tempo perdido em tarefas manuais e entrega aprendizados mais rápido para que marketing e vendas possam agir. A Hermes Marketing já estrutura o funil como IA-first, isso significa que, a cada interação, o sistema aprende, refina a nutrição e eleva a taxa de conversão.

Automação e IA não substituem pessoas, mas expandem o potencial de crescimento.

Com isso, mesmo empresas pequenas conseguem padronizar processos avançados e competir de igual para igual com empresas de porte maior.

Como processos padronizados aceleram resultados para PMEs

Eu sei, por experiência própria, que todo empreendedor de PME sente pressão por resultado rápido e ROI. O cenário é sempre desafiador: poucos recursos, equipe enxuta, metas altas. O segredo para viabilizar crescimento está na padronização dos processos do funil.

Quando padronizo cada etapa, do conteúdo à passagem entre áreas, dos critérios de qualificação à cadência de contato —, reduzo erros, acelero a formação de times e crio escala. A Hermes Marketing, por exemplo, entrega pacotes padronizados (tiers) que ajustam o volume de ações conforme o porte e orçamento do cliente:

  • Start: para quem precisa rodar o funil com o mínimo de conteúdo e orçamento controlado, mas com rigidez no processo;
  • Growth: crescimento acelerado por meio de volumes maiores de mídia, landing pages e produção de conteúdo;
  • Scale: operação expandida, multidisciplinar, integra marketing e vendas em grau máximo, rastreio avançado e alta produção.

Padronizar reduz dependência de talentos pontuais e proporciona previsibilidade: a cada ciclo, consigo medir se a engrenagem está girando, onde acelerar e onde fazer ajustes.

Fluxo padronizado do funil de vendas em PME moderna

Com processos padronizados, o empresário ganha velocidade, controla gargalos e pode replicar boas práticas à medida que expande a equipe. Recomendo revisar rotinas periodicamente, ajustando conforme as novidades tecnológicas e aprendizados do time.

Erros mais comuns ao construir e gerir um funil (e minhas soluções práticas)

Ao longo desses anos de estrada, percebi que quase toda empresa tropeça nas mesmas pedras quando o assunto é vendas previsíveis. Quis listar aqui as principais armadilhas que já presenciei, junto das soluções que coloco em prática:

  • Não identificar o ICP correto: investir energia em pessoas sem perfil desperdiça esforços. Solução: defina com clareza quem é seu cliente ideal e cadastre no CRM.
  • Quebrar a integração marketing-vendas: se cada área usa sistemas e fluxos próprios, o lead se perde. Solução: adote ferramentas unificadas e ritos conjuntos.
  • Não usar métricas para cortar o que não funciona: insistir em campanhas ineficientes só porque “sempre foi assim” é perder dinheiro. Solução: acompanhe funil, teste e mude rápido.
  • Acelerar o funil à força: abordar leads não preparados pode “queimar” oportunidades. Solução: nutra com conteúdo, qualifique e só envie para vendas quem está pronto.
  • Não treinar o time em processos e ferramentas: rotatividade e falta de treinamento destroem o funil padronizado. Solução: documente, treine e atualize rotinas.
  • Deixar o conteúdo comercial de lado: funil sem autoridade, provas e oferta escancara dúvida e insegurança. Solução: crie rotina de produção alinhada às etapas do funil.

Se você já caiu em algum desses erros, pode ter certeza: são ajustes simples e de alto impacto quando implementados com disciplina.

Como gerar previsibilidade de receita usando o funil de vendas

Gosto de pensar na previsibilidade como o maior benefício do funil bem estruturado. Não é mágica, não é chute: é ciência aplicada. Com base em dados passados e comportamento atual, posso planejar quanto preciso investir, qual volume de leads preciso atrair, quanto tempo demora da primeira interação ao fechamento. Ter um funil consistente é transformar esperança em planejamento financeiro real.

O caminho que costumo sugerir envolve:

  • Desenho detalhado das etapas, mapeando pontos de atrito e perda;
  • Criação de rotina de reporte de métricas, tornando os dados transparentes e acessíveis a todos;
  • Padronização da passagem dos leads e critérios de qualificação;
  • Uso intenso de ferramentas de automação, CRM e acompanhamento diário do pipeline;
  • Ciclos semanais de testes e ajustes em mídia, conteúdo e abordagem comercial;
  • Comparação constante entre previsão e realizado, para aprendizado rápido.

Empresas que aplicam essa rotina conseguem antecipar crescimento, ajustar metas realistas e expandir com segurança. E, mais que isso, eliminam aquela sensação angustiante de “torcer” para fechar vendas, porque sabem o que realmente funciona.

Exemplo prático: funil estruturado em uma PME (case Hermes Marketing)

Para mostrar como tudo isso ganha vida, compartilho o resumo de um dos cases que me orgulho de ter acompanhado dentro da Hermes Marketing:

Uma PME do setor de serviços entrou em contato com o Grupo Vexa, insatisfeita com desperdício de orçamento e imprevisibilidade de vendas. Em 3 meses de atuação, estruturamos:

  • Implementação de CRM para centralizar dados e histórico;
  • Criação de jornadas de conteúdo alinhadas a objeções reais (via automação);
  • Produção de provas sociais personalizadas para o segmento;
  • Rotina semanal de ajustes conjuntos entre marketing e vendas;
  • Pontuação automática dos leads com base em comportamento digital;
  • Revisão de investimentos em mídia, priorizando canais que traziam SQL qualificado.

O resultado? Em menos de um trimestre, o ciclo médio de vendas caiu em 15 dias, a taxa de conversão subiu 28% e o ROI de mídia quadruplicou. Detalhes do caso podem ser encontrados na nossa seção de exemplos práticos, mas friso: tudo parte de um funil desenhado, alimentado por conteúdo, tecnologia e cultura de times integrados.

Conclusão: construa previsibilidade e crescimento real com o funil certo

Em todos esses anos atuando com PMEs, aprendi que nenhuma tática de curto prazo supera o poder de um processo consistente, transparente e integrado entre marketing e vendas. O funil não é só um gráfico bonito, é o caminho que separa empresas que sentem o negócio na pele daquelas que só reagem ao mercado. Quando bem estruturado, ele transforma esforços em dados, dados em decisões e decisões em receita concreta.

A Hermes Marketing existe exatamente para ajudar negócios a atravessar esse percurso, padronizando, escalando e acelerando. Se você quer sair do improviso e ter clientes entrando e vendas fechando mês após mês, o momento de estruturar o seu funil é agora. Faço esse convite: conheça melhor nossos serviços, converse com quem já percorreu esse caminho e traga seu negócio para o próximo nível de previsibilidade e crescimento.

Perguntas frequentes sobre funil de vendas

O que é um funil de vendas?

Funil de vendas é uma representação estruturada da jornada do cliente, mostrando como um potencial comprador passa por diferentes etapas, desde o primeiro contato até a finalização da compra. Ele serve para entender, prever e controlar o volume de oportunidades comerciais, melhorando o alinhamento entre marketing e vendas.

Como montar um funil de vendas eficaz?

Para criar um funil eficiente, você precisa definir o perfil de cliente ideal, mapear as principais etapas de contato e decisão, criar conteúdos específicos para cada fase, usar ferramentas como CRM e automação e, principalmente, medir e ajustar constantemente os resultados. A integração entre marketing e vendas e reuniões de alinhamento são pontos que considero obrigatórios para esse processo funcionar bem.

Quais etapas existem no funil de vendas?

Normalmente, o funil é dividido em três grandes etapas: topo (atração), meio (nutrição/consideração) e fundo (decisão/fechamento), todas ligadas pela jornada de compra e com critérios específicos para avanço de cada lead. Existem variações, mas em essência, o caminho é esse.

Funil de vendas realmente aumenta a receita?

Quando bem desenhado, o funil de vendas permite identificar gargalos, testar abordagens e escalar as ações que de fato geram vendas, o que resulta em aumento real de receita. Sem processo, a empresa depende do acaso e perde oportunidades valiosas.

Como gerar leads qualificados no funil?

A geração de leads qualificados passa pelo alinhamento do perfil de cliente ideal, educação via conteúdo relevante, uso de automação para filtrar interessados e acompanhamento próximo das métricas de engajamento. Também ressalto a importância de passar leads para vendas só quando eles estiverem realmente prontos, evitando frustrações e desperdício de esforço comercial.

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Youri Comte

Sobre o Autor

Youri Comte

Sou CEO da Pinheiro Family Office, onde estruturo, protejo e acelero patrimônio por meio de governança, planejamento patrimonial, estratégia de investimentos e gestão de ativos com visão de longo prazo.Também sou Fundador do Vexa Group, um grupo de gestão, mídia e crescimento criado no Norte do Brasil para conectar estratégia, execução e performance — da inteligência de mercado ao go-to-market, da construção de marca à geração de demanda e conversão.E sou Fundador do Aurion Group, uma empresa de participações que integra e organiza a tese do grupo: criar, operar e escalar negócios com disciplina de capital, método de execução e obsessão por impacto (resultado + reputação).O que eu faço, na prática:Estratégia e crescimento: posicionamento, go-to-market, demanda, funil, performance e receitaInvestimentos e governança: estrutura societária, eficiência patrimonial, gestão e decisãoConstrução de negócios: incubação, M&A (quando faz sentido), estruturação e escalaMarca e mídia: brand equity, presença, distribuição e consistência de comunicaçãoAtuo como um orquestrador de estratégia, capital e execução — com foco em marketing, investimentos, gestão e expansão de negócios, especialmente no contexto do Norte do Brasil e Amazônia.

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